| UEGP
REALIZA VESTIBULAR DOS POVOS INDÍGENAS
01/11/2005
A
Universidade Estadual de Ponta Grossa, (UEPG), realizará
no período de 07 a 09 de fevereiro do ano que vem as
provas do V Vestibular dos Povos Indígenas no Paraná,
promoção da do Governo do Estado/Secretaria
de Estado da Ciência e Tecnologia, (SETI). O lançamento
do vestibular aconteceu na segunda-feira, (31), no Grande
Auditório do Campus Central, com presença do
secretário Aldair Rizzi, da Ciência, Tecnologia
e Ensino Superior.
De
acordo com a lei 13.134/01, a cada ano uma das IEES sedia
e promove a execução do vestibular. Dessa forma,
o I Vestibular, em 2002, foi realizado em Guarapuava, na Universidade
Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO); o II, em 2003, na Universidade
Estadual de Londrina (UEL); o III teve como sede a Universidade
Estadual do Oeste (UNIOESTE), em Cascavel, em 2004; e a Universidade
Estadual de Maringá (UEM) desenvolveu o IV vestibular,
no ano passado.
Neste
ano, o V Vestibular dos Povos Indígenas ficará
sob a responsabilidade da Comissão Permanente de Seleção
da UEPG, que vem finalizando os preparativos a fim de receber
as inscrições. Independente das vagas regulares
ofertadas, existe a disponibilidade de três vagas extras
por ano para as sociedades indígenas, nas universidades
estaduais do Paraná. A seleção dos indígenas
para o preenchimento das vagas é feita anualmente através
de vestibular específico interinstitucionais.
A
Comissão Universidade para os Índios, (CUIA),
instituída pela SETI, responsável pelo desenvolvimento
do V Vestibular Indígena na UEPG está composta
pelos professores José Carlos Borsato, José
Tadeu Dolinski e José Roberto de Vasconcelos Galdino.
As
inscrições aos interessados estarão disponíveis
no período de 01 a 30 de novembro, nos postos da Fundação
Nacional do Índios, (FUNAI) e nas universidade e faculdades
estaduais do Paraná.
Segundo
o reitor, a UEPG vem trabalhando incansavelmente por esse
objetivo. "Uma das grandes metas da é não
somente proporcionar a possibilidade de os povos índigenas
terem acesso ao ensino superior, mas criar mecanismos que
propiciem a permanência de membros das diversas etnias
dentro da universidade", asseverou.
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